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07 04 2026 Audiência dos professores no TRF 2 9Diretores da ADUFRJ prestaram apoio aos ex-gestores na audiênciaTerminou sem uma deliberação a sessão no Tribunal Federal da 2a. Região do dia 7 que julgaria os ex-gestores da UFRJ acusados, de forma infundada, do desvio de recursos de um contrato firmado com o Banco do Brasil no início dos anos 2000. Após a apresentação da defesa dos cinco réus - quatro professores e um técnico-administrativo -, o desembargador relator do processo, Wanderley Sanan Dantas, disse que retiraria o processo de pauta para reavaliação. O caso será retomado em uma sessão virtual, ainda sem data definida.
O julgamento, na esfera criminal, acontece poucos meses depois de uma sentença favorável aos acusados na Justiça Cível.
Um dos réus, o ex-reitor Carlos Levi disse estar otimista. "Continuo otimista, cada vez mais convicto da boa fé na administração desses recursos, como foi constatado pelo TCU, pela AGU e pela CGU. Esperamos que isso seja reconhecido na esfera criminal também".
O professor Raymundo Oliveira, ex-presidente da FUJB à época do contrato, também avaliou de forma positiva o desfecho da sessão. "O processo todo é um absurdo completo. Fica muito difícil sustentarem a acusação. Diante do que foi apresentado, o desembargador resolveu pensar mais. Isso é uma coisa boa", afirmou.666886492 1382908757216209 2455800791219009026 n
O julgamento foi acompanhado pela diretoria da AdUFRJ e por dezenas de familiares e colegas da universidade, que prestaram apoio aos ex-gestores, com faixa e camisas. "Este é um indício de que o relator está aberto a rever suas posições e reconhecer as evidências de inocência dos réus", disse o diretor do sindicato, Daniel Conceição.
Fotos: Alessandro Costa
137A6796Foto: Fernando SouzaO ministro da Saúde, Alexandre Padilha, proferiu a aula magna da UFRJ nesta terça-feira, 7 de abril. O evento marcou formalmente o início do ano letivo na universidade. Na palestra, Padilha, que é médico e professor universitário, celebrou o Dia Mundial da Saúde e falou sobre os avanços e os desafios do SUS, que completa 36 anos em setembro deste ano. Na ocasião, ele assinou uma portaria com a liberação de R$ 9 milhões para os institutos de saúde da UFRJ que não fazem parte da gestão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). “A portaria estará publicada amanhã mesmo”, garantiu o ministro. “Este é nosso compromisso com a universidade pública”, afirmou Padilha, ao assinar o documento ao lado do reitor Roberto Medronho.
O novo convênio insere os institutos: de Psiquiatria, de Ginecologia, São Francisco de Assis (HESFA), de Doenças do Tórax, de Neurologia e do Coração no Programa Nacional de Qualificação e Ampliação dos Serviços Prestados por Hospitais Universitários Federais Integrantes do Sistema Único de Saúde (PRHOSUS). O programa prevê para este ano o investimento total de R$ 1,4 bilhão em hospitais e institutos de atenção à saúde de universidades federais.
Outra notícia dada em primeira mão pelo ministro foi a formalização do registro dos profissionais sanitaristas. A cerimônia de concessão do primeiro registro de sanitarista aconteceu agora à tarde na Fiocruz. A profissão foi regulamentada ontem, dia 6, pelo Decreto nº 12.921.
Os interessados em solicitar a emissão do registro profissional de sanitarista devem preencher um formulário eletrônico no site do Ministério da Saúde, que regulará o registro profissional. A solicitação também deve acompanhar o diploma de graduação, mestrado, doutorado, ou especialização lato sensu nas áreas de saúde coletiva ou de saúde pública.
A cobertura completa você encontra na próxima edição do Jornal da AdUFRJ.

WhatsApp Image 2026 03 30 at 19.17.31 1As propostas de reforma administrativa em circulação no Congresso desde o governo Bolsonaro trabalham com o diagnóstico rasteiro de que o Estado brasileiro é grande, caro e ineficiente. A máxima, sem nenhuma comprovação empírica, se repete todo ano, com maior força em ano eleitoral e no primeiro ano de cada governo para justificar privatizações e cortar gastos em políticas sociais. A avaliação é do secretário de gestão de pessoas do Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), José Celso Cardoso Jr., em debate organizado pela AdUFRJ na tarde de segunda-feira (30), no Salão Nobre do IFCS-IH. "O objetivo não é melhorar o desempenho do Estado, embora isso esteja na retórica", afirmou.

Em resposta, o governo prepara um documento que combina profissionalização da máquina pública e propósito da ação do Estado em favor da sociedade. "O Estado não é um fim em si mesmo. O Estado é um ator importante do processo de transformação qualitativa do desenvolvimento", defendeu José Celso. Os princípios seriam: mais democracia, mais diversidade, mais cooperação, mais equidade e mais transparência, além de atualização normativa, entre outros pontos.WhatsApp Image 2026 03 30 at 19.17.31José Celso Cardoso Jr.
Diretor da AdUFRJ, o professor Daniel Conceição destacou a importância da atividade. "Estamos inaugurando um esforço de trazer para dentro da universidade um debate de como melhorar o Estado brasileiro. O José Celso é uma grande referência para esta reflexão. Ele traz uma proposta de Estado muito mais complexa que uma caixinha burocrática", disse. "Para ele, o Estado é a grande ferramenta para produzir sociedades que funcionem bem para as pessoas", completou.

Veja a cobertura completa do evento no próximo Jornal da AdUFRJ.

Fotos: Fernando Souza

irãRS/Via Fotos PublicasA ADUFRJ é uma das signatárias do texto que repudia os ataques: "Repudiamos com veemência tais ataques e interpelamos toda a comunidade acadêmica brasileira a denunciar o escolasticídio que EUA e Israel têm desenvolvido contra o Irã. Por meio da destruição de escolas, universidades, bibliotecas e centros de pesquisas pretendem apagar a memória, a cultura, a soberania científica e tecnológica e o futuro do povo e da nação iranianas", diz um trecho.

 

Repúdio aos bombardeios dos EUA e de Israel às Universidades e Escolas do Irã

O ataque militar unilateral lançado pelos EUA e por Israel contra o Irã em 28/02/2026 têm escalado a cada dia e cada vez mais alvejado sua população civil e instituições sociais. Várias universidades e centros de estudos do Irã têm sido deliberadamente bombardeadas.

Entre as instituições criminosamente atingidas pelos mísseis dos EUA-Israel, destacam-se a Universidade Imam, Universidade de Ciência e Tecnologia de Teerã e Universidade de Tecnologia de Isfahan.  Logo no primeiro dia desta guerra, aliás, a Escola Feminina Shajareh Tayyebeh (Minab) foi devastada com os brutalmente destrutivos mísseis norte-americanos Tomahawk, tendo mais de 150 de suas jovens estudantes assassinadas. Tais atos de destruição seguem, pois, o mesmo padrão daqueles ocorridos, recentemente em Gaza, quando as Forças Armadas de Israel (FDI) destruíram as 12 universidades ali existentes – e seguem agora fazendo no Líbano.

Repudiamos com veemência tais ataques e interpelamos toda a comunidade acadêmica brasileira a denunciar o escolasticídio que EUA e Israel têm desenvolvido contra o Irã. Por meio da destruição de escolas, universidades, bibliotecas e centros de pesquisas pretendem apagar a memória, a cultura, a soberania científica e tecnológica e o futuro do povo e da nação iranianas. A barbárie cultural em curso contra o Irã – Nação dotada de uma rica e milenar cultura é, definitivamente, um crime contra a humanidade.

Pelo fim imediato dos bombardeios contra o Irã!

Toda solidariedade aos docentes, pesquisadores, acadêmicos e estudantes iranianos!

Primeiros signatários:

ANDES – SN (Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior)

Adcac (Associação dos Docentes da Universidade Federal do Catalão)

Aduemg (Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Minas Gerais)

Aduems (Associação dos docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso do Sul)

Aduenp (Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Norte do Paraná)

Adufabc (Associação dos Docentes da Universidade Federal do ABC)

Aduferpe (Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco)

Adufmat (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso)

Adufms (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul)

Adufop (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Ouro Preto)

Adufpb (Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba)

Adufrj (Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio de Janeiro)

Adufs (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe)

Adufu (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Uberlândia)

Adunemat (Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Mato Grosso)

Adunicamp (Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Campinas)

Adunicentro (Associação dos Docentes da Universidade do do Cento-Oeste do Paraná)

Adunifesp (Associação dos Docentes da Universidade Federal de São Paulo)

Adunioeste (Associação dos Docente da Universidade Federal do Oeste do Paraná)

Apur (Associação dos Docentes da Universidade Federal do Recôncavo)

Asduerj (Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro)

Sesduem (Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual do Maringá)

Sindcefet-MG (Sindicato dos Docentes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais)

Sesunila (Sindicato dos Docentes da Universidade Federal da Integração Latino Americana)

Sindiprol/Aduel (Sindicato de Docentes da Universidade Estadual de Londrina)

Sinduece (Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual do Ceará)

Sinduepg (Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa)

Sindunespar (Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual do Paraná)

Apropuc (Associação dos Professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)

Anpuh (Associação Nacional de História)

Cebes (Centro Brasileiro de Estudos de Saúde)

SEP (Sociedade Brasileira de Economia Política)

Decano do Centro de Ciências da Saúde, o professor Luiz Eurico Nasciutti receberá o título de emérito da UFRJ. A honraria foi aprovada nesta quinta (26) pelo Conselho Universitário, que reconheceu as contribuições acadêmicas e administrativas do mestre desde 1975, quando Nasciutti ingressou no Instituto de Ciências Biomédicas.
O professor ajudou a fundar o Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfológicas, tendo sido seu primeiro coordenador; criou o Laboratório de Interações Celulares; e publicou 97 trabalhos científicos em periódicos internacionais de reconhecido impacto. Presidiu a Sociedade Brasileira de Biologia Celular (2004-2006), dirigiu o ICB (2015-2018) e exerce a função de decano do CCS desde 2019.
É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq desde 2003 e Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ desde 2007, além de ter atuado na formação de centenas de estudantes. "Foi meu professor, inclusive", reforçou o reitor Roberto Medronho. "É um companheiro muito querido e muito importante para a nossa UFRJ", completou.
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