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Os professores filiados à AdUFRJ contam com um setor de Convênios, que firma parcerias com empresas prestadoras de serviços em diferentes áreas. Os benefícios, por enquanto, estão concentrados no Rio e em Macaé. A proposta é oferecer descontos em estabelecimentos como escolas, cursos, academias, clínicas estéticas e de saúde, entre outros. E novos convênios devem ser firmados nos próximos dias. “O convênio está sendo acompanhado e estabelecido sob a supervisão do nosso setor Jurídico”, observa a professora Christine Ruta, 2ª vice-presidente da AdUFRJ. Para saber quais convênios estão disponíveis, os sindicalizados podem entrar no site da AdUFRJ, acessar a aba “serviços” no menu superior da página e clicar em “convênios”. Ou entrar em contato com Meriane, no tel: (21) 99358-2477 ou pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
O programa AdUFRJ no Rádio desta semana recebe os professores Eleonora Ziller e Felipe Rosa, diretores do sindicato, para discutir os riscos da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32, a reforma administrativa do governo Bolsonaro. Seus efeitos podem ser profundamente danosos à estrutura do Estado, e os mais pobres serão os mais prejudicados, caso seja aprovada. Os professores da UFRJ decidiram, em assembleia, rejeitar a PEC. E, em mais um ataque à memória do país, o governo agora sugeriu a venda do edifício Gustavo Capanema, marco do modernismo brasileiro. O AdUFRJ no Rádio vai ao ar todas as sextas-feiras, às 10h, com reprise às 15h.
No último mês, pesquisadores de todo o país foram surpreendidos com instabilidades na plataforma Lattes, que ficou fora do ar por 15 dias. O sistema foi integralmente restabelecido na última segunda-feira (9). “Esse apagão pode ser considerado como a ponta do iceberg”, reflete o presidente da Academia Brasileira de Ciências e professor emérito do Instituto de Física da UFRJ, Luiz Davidovich. “É um apagão que está acontecendo na Ciência, devido aos cortes orçamentários”, afirma. O CNPq tinha, em 2016, recursos de R$ 3,2 bilhões, que agora foram reduzidos para R$ 1,3 bilhão. Davidovich acredita que a Ciência do Brasil está perdendo muito. “O Brasil está ficando cada vez mais para trás, isso nos angustia. Teremos que lutar muito para recuperar o que está sendo perdido”, diz.
O Instituto de Física organizou uma palestra virtual do professor de Física da USP, integrante do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e vice-presidente da SBPC, Paulo Artaxo. O convidado discutiu o relatório apresentado pelo IPCC na semana passada, com dados dramáticos sobre as mudanças climáticas, mas destacou o caso brasileiro, especialmente a situação da Amazônia. A região é uma das mais sensíveis do planeta, pelo desmatamento e seu impacto no aquecimento global, uma vez que a absorção de carbono pela floresta está diminuindo. “Esse relatório, para mim, quer dizer ‘ou vai ou racha’”, defendeu o professor, “e o relatório aponta soluções”. Uma das propostas é fazer uso mais eficiente da energia.
Foto: Fernando Souza/AdUFRJA UFRJ acaba de incorporar ao seu acervo o terceiro maior meteorito do Brasil, o Campinorte. Com aproximadamente 1,5 tonelada e 75 centímetros de diâmetro, ele tem por volta de 4,5 bilhões de anos e caiu no planeta, supostamente, há mais de mil anos, tendo sido descoberto em uma fazenda de Campinorte (daí a origem do nome), município goiano a 300 quilômetros de Goiânia. Recebido na quinta-feira (12), o Campinorte ficará exposto ao público no Museu de Geodiversidade da UFRJ. A universidade já conta com os dois maiores meteoritos do país, o Bendegó e o Santa Luzia. A rocha foi adquirida por meio de um movimento colaborativo de doações. O custo total foi de R$ 365 mil.