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671154043 18100350964995310 5727187018124165663 nNesta quinta-feira, 30 de abril, às 19h, o historiador Michel Gherman e o teólogo Ronilso Pacheco conversam sobre o uso de signos religiosos pela extrema direita. Haverá um bate-papo e uma noite de autógrafos de lançamento do livro "Diálogos em tempos difíceis". 

O livro parte de uma premissa urgente: analisar como líderes autoritários em diversos países têm instrumentalizado a religião para mobilizar bases sociais e atacar estruturas democráticas. No texto, Gherman e Pacheco discutem o avanço do que chamam de "pedagogia do ódio" e a exploração do medo.

MICHEL GHERMAN é professor do Departamento de Sociologia do ICFS/UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em História Social (IH/UFRJ), é coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos (NIEJ/UFRJ).

RONILSO PACHECO é teólogo, pastor, mestre em religião e sociedade pela Universidade de Columbia e diretor do Instituto de Estudos da Religião (ISER).

ANA LUIZA ALBUQUERQUE é jornalista especializada em política, mediou os diálogos entre Gherman e Pacheco. É mestre em jornalismo pela Universidade de Columbia.

 

Anota na agenda para não esquecer!

?️ 30 de abril

? 19 horas

? Livraria Janela - Rua General Glicério, 324 - Laranjeiras

Treze novos professores reforçam o quadro da UFRJ desde segunda-feira, 27 de abril: 9 do Colégio de Aplicação, 1 do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, 1 da Escola de Educação Física e Desportos, 1 do Instituto de Psicologia e 1 da Escola de Comunicação. O grupo — que recebeu materiais de boas-vindas da ADUFRJ — assinou o termo de posse em uma pequena cerimônia realizada esta tarde no gabinete da reitoria.

"É sempre um momento muito especial receber novos servidores. A UFRJ é uma potência reconhecida nacional e internacionalmente. Só que ela não é feita das suas edificações. Ela é feita de pessoas", afirmou o reitor da universidade, professor Roberto Medronho. "Temos problemas, mas nenhum deles é relacionado à qualidade, à excelência e ao compromisso com a sociedade. O que vocês vão fazer é manter e ampliar a excelência da universidade", completou.

Entre os novos colegas, Virna da Silva Bemvenuto era uma das mais emocionadas. "Amo ser professora. É uma grande realização para mim e para toda minha família", disse a docente, que vai integrar o Setor Curricular de Artes Visuais do CAp.

Leia a matéria completa no próximo Jornal da ADUFRJ.

Foto: Fernando Souza

A necessidade de construção de uma definição brasileira sobre o antissemitismo foi defendida pelo professor Michel Gherman (IFCS/UFRJ), vice-presidente da AdUFRJ, no seminário "Enfrentamento ao Antissemitismo: reflexões sobre o cenário internacional", promovido pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), nesta quinta-feira (16), em Brasília. O evento reuniu especialistas em três mesas de debates, e expôs visões divergentes sobre o tema.

Os debatedores abordaram as três principais definições de antissemitismo — a da Aliança Internacional pela Memória do Holocausto (IHRA), a Declaração de Jerusalém e o Projeto Nexus. Alinhados ao governo de Israel, os representantes da Confederação Israelita do Brasil (Conib) defenderam o modelo da IHRA, já adotado por muitos países. "Essa adoção tem se mostrado muito útil, com resultados concretos no combate ao antissemitismo", sustentou o advogado Fernando Lottenberg, ligado à Conib.

Para Michel Gherman, o Brasil reúne todas as condições para ter uma definição própria de antissemitismo. "Um dos problemas das definições, em especial a da IHRA, é que não basta colocar um quadro na parede, e não se dar conta do filme que as contradições históricas têm no dia a dia. É preciso revisitá-las o tempo todo e efetivamente mudá-las. Eu reafirmo a necessidade de olhar para as três declarações e colocar mãos à obra em uma definição de antissemitismo que diga respeito ao Brasil, um país que luta contra o racismo, que luta contra a morte de pessoas negras em seu cotidiano. Temos que sair daqui com esse compromisso", defendeu o professor.

As ações do governo de Israel em relação aos palestinos e, mais recentemente, os ataques ao sul do Líbano foram o destaque da intervenção da historiadora Arlene Clemesha, da USP. Segundo ela, não há como dissociar essas ações do aumento do antissemitismo no Brasil e no mundo. "O combate ao antissemitismo só será efetivo se for feito junto com combate ao racismo antiárabe e à islamofobia. Temos que debater a relação entre o genocídio palestino e o crescimento do antissemitismo”, pontou.

O evento foi realizado no Dia Nacional da Lembrança do Holocausto (16 de abril), data instituída pelo presidente Lula em 2024, no aniversário do falecimento do diplomata brasileiro Luiz Martins de Souza Dantas, que muito contribuiu para a salvação de centenas de judeus perseguidos pelo nazismo. A mesa de abertura contou com a presença das ministras Janine Mello, dos Direitos Humanos e da Cidadania, e Maria Laura da Rocha, das Relações Exteriores (substituta).

Mais informações sobre o seminário você encontra na próxima edição do Jornal da AdUFRJ. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

capNa próxima segunda-feira, dia 27, a diretoria da AdUFRJ se encontra com os professores do Colégio de Aplicação (@cap.ufrj.oficial ) para uma reunião sobre os dia a dia de trabalho dos docentes e suas demandas.
O encontro acontece às 12h, na sala dos professores do segundo andar. Participe e chame os colegas!

670432767 18099664927995310 5324691743808189437 nA AdUFRJ convida para uma reflexão profunda sobre a situação de Cuba frente às ameaças do governo Trump e ao bloqueio econômico aprofundado pelos Estados Unidos em 2026.

Neste encontro, teremos a honra de receber o escritor Frei Betto, referência nas análises da realidade cubana e profundo conhecedor do país caribenho. A ideia é fazer um apanhado histórico rigoroso e debater o momento dramático vivido pela população cubana, com cortes recorrentes de energia, desabastecimento de combustíveis e fome.

É um momento para demonstrar solidariedade e discutir as saídas estruturais para a crise energética e humanitária que desafia a soberania de Cuba em 2026. A AdUFRJ reafirma o papel da universidade pública como espaço de excelência para o debate plural e comprometido com a justiça social.

O encontro será aberto ao grande público. Não é necessária inscrição prévia.

 

Anote na agenda para não esquecer:

?️ Data: 30 de abril

? Horário: 11h

? Local: Sala I 241 - 2º andar do Bloco I do Centro de Tecnologia (acesso pelas escadas do Bloco G)

Participe! Esperamos vocês!

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