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Ato público “Pelas Liberdades Democráticas e em Defesa do Serviço Público” reuniu centenas de pessoas no Centro de Porto Alegre na sexta-feira passada (1º/4), e encerrou o 40º Congresso do Andes. Diretoria da AdUFRJ marcou presença na manifestação em defesa da democracia e contra os ataques do governo Bolsonaro ao Serviço Público, aos direitos trabalhistas, às universidades, à Ciência e à Educação.





Preocupados com a lei complementar nº 191/22, sancionada este mês pelo governo Bolsonaro, vários professores entraram em contato com a assessoria jurídica da AdUFRJ. A legislação impõe prejuízos ao funcionalismo público de estados e municípios, mas não atinge os servidores federais. O texto retira a contagem do tempo de serviço entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021, com exceção dos profissionais das áreas de saúde e segurança. A medida afeta a concessão de diversos adicionais, como anuênios e licença-prêmio, revogados para os servidores federais na década de 90. “Desde 1996, não há novos períodos computados. Quem conquistou até aquele momento continua a receber”, explica a advogada Ana Luísa Palmisciano, da AdUFRJ. A lei também não prejudica as progressões e promoções dos docentes federais.
A AdUFRJ informa que a professora Eleonora Kurtenbach terá que se licenciar da nossa diretoria. Ela foi nomeada vice-diretora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho e nosso estatuto não permite o acúmulo das funções. A diretoria agradece todo o apoio da docente, sentirá a falta de sua talentosa contribuição e deseja boa sorte na nova empreitada.
O Conselho Universitário desta quinta-feira (24) foi o primeiro sem a presença do conselheiro Francisco de Paula Araújo, técnico-administrativo que faleceu de câncer no dia 12 de março. A reitora, professora Denise Pires de Carvalho, abriu a reunião. “Com muita tristeza, dou início a esta reunião do Conselho Universitário”, disse a professora, muito emocionada. “Peço um minuto de silêncio para relembrarmos Francisco de Paula neste momento de muito pesar. Francisco de Paula permanecerá presente entre nós por suas ideias e seus ideais”. O decano do Centro de Tecnologia, professor Walter Suemitsu, também aproveitou o momento para homenagear o servidor, que era chefe da Biblioteca Central do CT. “Realmente, uma perda irreparável”, lamentou.
A diretoria da AdUFRJ manifesta seu profundo pesar com o falecimento do professor Mário Carvalho, de 35 anos. O docente do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais desapareceu durante o temporal que atingiu Petrópolis na tarde de domingo e seu corpo foi encontrado no final da tarde de terça-feira. O Departamento de Filosofia divulgou nota em que destacou o carisma, a gentileza e o cuidado com que Mário tratava os colegas e alunos. “Deixa uma lacuna no coração de todos”.
Mário estava na mesma casa onde foram encontrados os corpos de Nelson Ricardo da Costa, de 59 anos, que também era professor, e da mãe de Nelson, Heloisa Helena Caldeira da Costa, de 86 anos. Mário ajudava o amigo a retirar a idosa de casa, quando o imóvel desabou.
O jovem professor, que era coordenador de graduação do curso de bacharelado em Filosofia, ingressou no IFCS em 2017. Mário já atuava como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica (PPGLM), o mesmo no qual se tornou mestre e doutor pela UFRJ.