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A sede também é motivo de tristeza. A Diseg fica em um galpão adaptado, num nível abaixo do terreno em volta. “Quando chove forte, alaga todo o chão”, diz Guerreiro. Os banheiros não têm manutenção. O “alojamento” tem apenas três colchões em um cômodo apertado. Os aparelhos de ar-condicionado, tirando o da sala de operações, só ventilam. Os servidores sequer têm controle sobre as câmeras de vigilância do campus. Hoje, o Centro de Controle Operacional é vinculado ao gabinete da Prefeitura. “Precisamos, urgentemente, ser aparelhados. Falta valorizar a ‘prata da casa’. Estamos acreditando que, depois destes fatos de violência, a reitoria e a Prefeitura vão atender a nossas carências”, afirma Robson. Após a coletiva do dia 23, o prefeito da UFRJ, Paulo Mário Ripper, reconheceu ao Boletim da Adufrj o estado “crítico” da sede da Diseg. Ele afirmou que planeja uma reforma do imóvel e a construção de um novo espaço para os vigilantes. Sobre as demais demandas dos servidores, enviadas posteriormente por e-mail, a Prefeitura Universitária não respondeu até a conclusão desta edição.
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