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O Conselho Universitário do dia 7 aprovou o calendário das atividades acadêmicas para os dois períodos do ano letivo de 2018. Confira como ficou a agenda da universidade e se organize:

Para os alunos dos cursos de graduação em geral, inclusive Nutrição (Macaé) e de Enfermagem e Obstetrícia (Macaé):

a) Primeiro período letivo: de 12 de março de 2018 a 14 de julho de 2018.

b) Segundo período letivo: de 06 de agosto de 2018 a 15 de dezembro de 2018.

Para os alunos dos Cursos de Medicina (Rio de Janeiro), Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Medicina (Macaé).

a) Primeiro período letivo: de 29 de janeiro de 2018 a 06 de julho de 2018.

b) Segundo período letivo: de 24 de julho de 2018 a 21 de dezembro de 2018.

Para os alunos do Colégio de Aplicação:

a) Primeiro período letivo: de 19 de fevereiro de 2018 a 13 de julho de 2018.

b) Segundo período letivo: de 31 de julho de 2018 a 21 de dezembro de 2018.

IV. Para os alunos da Escola de Educação Infantil:

a) Primeiro período letivo: 22 de fevereiro de 2018 a 07 de julho de 2018.

b) Segundo período letivo: 31 de julho de 2018 a 21 de dezembro de 2018.

As atividades de ensino dos cursos de pós-graduação stricto sensu (Mestrado e Doutorado) da UFRJ ficam com as seguintes datas:

Para os alunos dos cursos organizados em 02 (dois) períodos letivos (SEMESTRAL)

a) Primeiro período letivo: de 12 de março de 2018 a 14 de julho de 2018.

b) Segundo período letivo: de 06 de agosto de 2018 a 21 de dezembro de 2018.

Para os alunos dos cursos organizados em 04 (quatro) períodos letivos (BIMESTRAL)

a) Primeiro período letivo: de 12 de março de 2018 a 11 de maio de 2018.

b) Segundo período letivo: de 21 de maio de 2018 a 20 de julho de 2018.

c) Terceiro período letivo: de 06 de agosto de 2018 a 28 de setembro de 2018.

d) Quarto período letivo: de 08 de outubro de 2018 a 21 de dezembro de 2018.

Para os alunos dos cursos organizados em 04 (quatro) períodos letivos (TRIMESTRAL)

a) Primeiro período letivo: de 05 de março de 2018 a 11 de maio de 2018.

b) Segundo período letivo: de 11 de junho de 2018 a 31 de agosto de 2018.

c) Terceiro período letivo: de 10 de setembro de 2018 a 14 de dezembro de 2018.

d) Quarto período letivo: de 02 de janeiro de 2019 a 08 de março de 2019.

Já as ações de extensão serão registradas pelos proponentes e avaliadas pelas comissões próprias dos Centros Universitários em dois períodos:

a) Primeiro semestre de 2018 (ações para oferta em 2018/2):

Período de inscrição: 01 de março de 2018 a 15 de maio de 2018

Período de avaliação: 16 de maio de 2018 a 06 de julho de 2018

b) Segundo semestre de 2018 (ações para oferta em 2019/1):

Período de inscrição: 06 de agosto de 2018 a 04 de novembro de 2018

Período de avaliação: 05 de novembro de 2018 a 21 de dezembro de 2018

O calendário de feriados e recessos para 2018 aprovado:

01/01/18 (2ª feira) – Confraternização Universal

20/01/2018 – Dia de São Sebastião (sábado), apenas para campi do município do Rio de Janeiro

12/02, 13/02 e 14/02/2018 – Carnaval e Cinzas (2ª, 3ª e 4ª feiras)

10/02 (sábado) a 17/02 (sábado)- Recesso de Carnaval 2018

30/03/2018 – Sexta Feira Santa (6ª feira)

31/03/2018 (sábado) - Recessos por feriado

21/04/2018 – Dia de Tiradentes (sábado)

23/04/2018 – Dia de São Jorge (2ª feira)

30/04/2018 (2ª feira) - Recessos por feriados:

01/05/2018 – Dia do Trabalhador (3ª feira)

31/05/2018 – Dia de "Corpus Christi" (5ª feira)

01/06/2018 (6ª feira) - Recessos por feriado

13/06/2018 – Dia de Santo Antônio (4ª feira) apenas para Duque de Caxias

24/06/2018 – Dia de São João Batista (domingo), apenas para Macaé

29/07/2018 – Emancipação de Macaé (domingo), apenas para o campus do Município

25/08/2018 – Patrono de Duque de Caxias (sábado) apenas para o campus do Município

07/09/2018 – Dia da Independência do Brasil (6ª feira)

12/10/2018 – Dia de Nossa Senhora Aparecida (6ª feira)

28/10/2018 – Dia do Funcionário Público (domingo)

02/11/2018 – Dia de Finados (6ª feira)

15/11/2018 – Dia da Proclamação da República (5ª feira)

16/11/2018 (6ª feira) - Recessos por feriado

19/11/2018 (2ª feira) - Recessos por feriados

20/11/2018 – Dia da Consciência Negra (3ª feira)

25/12/2018 – Natal (3ª feira)

26/12/2018 (4ª feira) a 01/01/2019 (3ª feira)- Recesso de Natal e Ano Novo 2019

01/01/2019 – Confraternização Universal (2ª feira)

Menos de um mês após a entrada em vigor da Reforma Trabalhista, a Universidade Estácio de Sá comunicou a demissão de 1,2 mil professores no último dia 5. A intenção da instituição é contratar profissionais pelas novas regras, adotando o sistema de trabalho intermitente. "Até a Estácio demitir em massa, a ficha da sociedade sobre a crueldade da Reforma não tinha caído", avalia Mário Maturo, diretor do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro). "O número de desligamentos nunca foi tão alto: só no Estado do Rio, 450 docentes perderam seus empregos." Uma das preocupações de Mário é a rescisão dos contratos dos docentes. Com as novas regras da reforma trabalhista, a documentação não precisa mais passar pelo crivo do sindicato. "Ainda não sabemos se os professores vão identificar possíveis erros na homologação e correr atrás de seus direitos", diz. “O sindicato está de portas abertas a todos envolvidos na demissão feita pela Está- cio e em outras faculdades". Em nota, a universidade informa que “promoveu uma reorganização em sua base de docentes” ao final do segundo semestre de 2017 e que a mudança “tem como objetivo manter a sustentabilidade da instituição”.

A UFRJ pretende fazer muito barulho contra a agenda antipopular do governo. Isso ficou claro após reunião entre representantes da reitoria e das entidades dos professores, técnicos e pós-graduandos, no último dia 5 — o DCE não pôde comparecer. A ideia é aproveitar o início do próximo ano letivo para a realização de grandes debates acadêmicos, envolvendo toda a comunidade. “A paralisação da universidade é o pior cenário”, afirmou o reitor Roberto Leher. A presidente da Adufrj, Maria Lúcia Werneck, considerou muito importante a aproximação entre os segmentos e a administração central. Ela recomendou que, para além dos diagnósticos e avaliações, a universidade apresentasse propostas, já pensando nas eleições de 2018: “Temos de mostrar para a população a importância da defesa da universidade pública”, acrescentou. O próximo encontro entre as entidades e a reitoria ficou marcado para 18 de dezembro.

Quem conhece apenas de vista o professor Jacob Herzog não imagina que ele se divide entre dois ofícios tão diferentes: as aulas de piano na Escola de Música da UFRJ e o plantio de amoras em Nova Friburgo. “A pressão da cidade às vezes sufoca”, afirma o docente, cujo sobrenome famoso é apenas uma coincidência com o do jornalista assassinado na ditadura. Para vencer o estresse urbano, o pianista comprou um sítio – onde também tem um piano – e passou a se aventurar pela vida na roça. Acorda às 5h, prepara sua comida, termina os afazeres domésticos e parte para o campo. O próprio Jacob transporta o cultivo para a capital, em sacos de um quilo. “Meu grande comprador é um restaurante no centro, mas vendo para lojas de sucos também”, diz. Hoje, a produção beira os 500 kg por ano. A escolha da fruta surgiu da conversa com um especialista, que recomendou o plantio em função do clima e do fato de nenhuma outra pessoa plantar amoras na região. Recomeçar é um verbo conhecido no currículo do professor. Ele só entrou na vida acadêmica depois dos 40. Antes, era jornalista. Aos 44, decidiu fazer a graduação, mestrado e emendou um concurso na Escola da Música. “Entrei aqui já tendo uma expertise. Conheci o piano aos seis anos, mas precisava de um diploma para conseguir trabalhar com isso”, conta. “Às vezes, eu me sinto ocupado demais”, lamenta. “Reclamo à beça, me pergunto por que fui inventar isso”, diverte-se. Ao mesmo tempo, não se arrepende de suas escolhas. “Acho que viver é isso, é você se comprometer com novas coisas e atuar da forma mais harmônica possível”.

Reitoria ajusta despesas às reduzidas receitas previstas pelo governo para o ano que vem. Proposta será votada no próximo Conselho Universitário A universidade deve encerrar 2017 com um déficit de R$ 160 milhões. E, para 2018, o cenário continua desanimador. Na proposta de lei orçamentária do próximo ano, estão previstos R$ 388,2 milhões para as despesas da universidade: para efeito de comparação, neste ano, a LOA havia indicado R$ 417 milhões. O Conselho Universitário decide sobre os gastos da instituição no próximo dia 14. Os números foram divulgados pela reitoria ao Consuni do dia 30, em sessão extraordinária. A administração responsabiliza o governo pelas contas no vermelho: orçamentos insuficientes nos últimos anos e, ainda assim, contingenciados. A novidade da discussão deste ano é que a reitoria propõe uma série de medidas para ajustar as despesas aos limites orçamentários impostos pelo governo. Dentre elas, destaque para a revisão dos contratos terceirizados, buscando baixar as despesas em R$ 39 milhões e a ampliação da campanha “Essa conta é de todos”, com o objetivo de economizar aproximadamente R$ 16 milhões na tarifa de luz. Também são propostos: diminuição do fluxo dos ônibus internos (mais R$ 3,2 milhões) e o aumento do controle de acesso ao serviço de alimentação estudantil (R$ 1,2 milhão de economia). O reitor Roberto Leher justificou o “aperto do cinto”: “Nós não podemos manter a tendência de aumento das dívidas. Isso torna a UFRJ vulnerável diante do governo e diante de fornecedores”. Ele completou: “A reitoria tem total clareza que esses cortes trarão problemas para dentro da universidade, mas nós precisamos diminuir os gastos”. * colaborou Marianne Menezes

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