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O Instituto de Ciências Biomédicas parou suas atividades por uma tarde para homenagear os 80 anos do mestre Vivaldo Moura Neto.

Colegas e ex-alunos se revezaram ao microfone do auditório do Programa de Ciências Morfológicas por quase quatro horas para reverenciar o professor apaixonado pela pesquisa, exigente com os discípulos e generoso nas colaborações acadêmicas.

Eles compartilharam como Vivaldo influenciou a trajetória profissional de cada um, além de histórias divertidas do convívio com o hoje professor emérito e membro titular da Academia Brasileira de Ciências.

Em um desses depoimentos, a professora Flávia Alcântara Gomes contou que Vivaldo levava pão doce ao laboratório pelo menos uma vez por semana para conversar com cada um sobre o andamento das pesquisas. A delicadeza dos gestos, porém, não impedia a cobrança do mestre: "Ele sempre empurrava a gente a fazer mais e mais. Dizia: 'Minha filha, você só consegue fazer três coisas ao mesmo tempo?'. E foi assim a vida toda", brincou.

Ao final, humilde e carismático, o professor Vivaldo retribuiu a homenagem, um a um, e no geral. "Eu não sou nada disso que falaram aqui. Eles, os alunos, é que são brilhantes. Eu conduzi uma orquestra, um grupo que era todo mundo bom", disse.
Foto: Fernando Souza

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