Redação Adufrj

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Otávio Velho, professor Emérito do Museu Nacional da UFRJ

Neste momento grave que atravessamos, é extremamente importante afirmar a centralidade da universidade pública na vida nacional. Ainda mais quando nos últimos anos a sua composição vai aos poucos finalmente encontrando toda a diversidade que caracteriza o país, sendo para os antropólogos particularmente grato constatar a crescente — embora ainda muito insuficiente — presença negra e indígena em seus quadros.

Essa abertura também torna a universidade um elemento estratégico para que a democracia se transforme numa vivência autêntica para todos e que permita defendê-la das ameaças que rondam o nosso frágil equilíbrio institucional. E também só assim teremos a esperança de encarar o autoritarismo estrutural que está na base desse e de outros problemas e que tanto dificulta uma convivência equilibrada e justa.

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