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Gabriel Nacif Paes

gabriel@adufrj.org.br

A UFRJ Nautilus, equipe de robótica submarina, representará o Brasil na maior competição internacional de automação naval: a Robosub, em agosto, nos Estados Unidos. No torneio, robôs submarinos autônomos (AUVs) desenvolvidos por 47 instituições de ensino executarão provas de processamento de imagem, manipulação de objetos e lançamento de torpedos. Será a segunda participação da Nautilus, que em 2016 se tornou a primeira equipe da América Latina na disputa. As provas serão num tanque da Marinha americana. Nosso competidor no tanque é o robô BrHUE, controlado por inteligência artificial e fabricado nos  laboratórios da UFRJ, ao custo de R$ 50 mil, com apoio de empresas parceiras.Os AUVs executam tarefas variadas. Podem medir a concentração de coliformes fecais na Baía de Guanabara, reparar plataformas de petróleo e analisar correntes submarinas. “Ele pode ficar durante meses, 24 horas por dia, coletando dados de forma muito precisa”, afirma Willian Xavier, coordenador da Nautilus e aluno de Engenharia Naval. Cláudio Baraúna, professor da Engenharia Naval e orientador da Nautilus, ressalta a altíssima tecnologia do robô, primeiro AUV criado no Brasil em nível universitário. A equipe da UFRJ tem 30 alunos de diversos cursos, de engenharia a relações internacionais, e 13 deles viajarão. Uma campanha de financiamento arrecadou R$ 43 mil para ajudar a cobrir os gastos da viagem.

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