Foto: Mathias Felipe

Redação Adufrj

comunica@adufrj.org.br

Mathias Felipe

“O modelo de democracia que temos hoje é muito representativo, mas pouco participativo. A universidade precisa incentivar o estudante com disciplinas que estimulam o contato mais humanizado com a comunidade”, afirmou a técnica-administrativa Marta Batista, em seminário realizado pelo Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (Nides) da UFRJ, nesta quarta-feira (5). Marta integra a equipe do Nides, que comemora cinco anos de existência como órgão suplementar do Centro de Tecnologia.

Durante o encontro, que tinha como objetivo discutir os desafios e as perspectivas da universidade pública e da democracia, houve o lançamento de livros resultantes de projetos do núcleo. Um deles, intitulado “Tecnologia para Desenvolvimento Social – Diálogos NIDES-UFRJ” , foi embasado nos projetos de extensão desenvolvidos desde 2015. “A extensão não é só um fim para nós. Também é um meio para nossas pesquisas e para nosso mestrado”,disse Flávio Chedid Henriques, coordenador do núcleo. A coleção “Incubadoras Tecnológicas de Economia Solidária” ganhou mais dois títulos. Um dos livros mostra o processo de incubação em cinco estados do país.

O seminário, no auditório G-122 do CT e na Tenda Coppe, vai até sexta-feira. Haverá mesas sobre estratégias de fortalecimento de políticas para a tecnologia social e apresentação de trabalhos dos alunos de mestrado. Também está prevista uma apresentação cultural indígena da aldeia Itaxi-mirim. A última mesa trará uma perspectiva das políticas públicas entre dois países do Mercosul: Brasil e Argentina.