Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Silvana Sá

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O governo Bolsonaro publicou um decreto, dia 12, extinguindo cargos de direção, funções gratificadas e comissionadas de coordenação de curso no âmbito do MEC. A medida atinge universidades, institutos e colégios federais. Outras pastas também são alvo dos cortes, que somam 21 mil cargos. A justificativa seria a economia anual de R$ 194,9 milhões. Não se sabe quantas universidades serão afetadas, mas aquelas criadas no ano passado, a partir de desmembramentos das federais de Mato Grosso, Piauí, Pernambuco e Goiás, já estão prejudicadas pelo decreto.

O pró-reitor de Pessoal da UFRJ, Agnaldo Fernandes, informou que está em contato com o MEC para saber como a universidade sofrerá com a extinção das funções. “O documento não aponta em quais instituições os cortes se darão e isso dificulta nosso mapeamento. O próprio MEC alegou ter sido pego de surpresa com a medida”, revelou Fernandes.