Silvana Sá

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Os professores reunidos na Assembleia Geral da Adufrj, na tarde deste dia 17, decidiram indicar para o Andes a necessidade de posicionamento contrário à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) e favorável à de Fernando Haddad (PT). Os docentes aprovaram o seguinte eixo: “Em defesa da educação pública; contra a perda de direitos dos trabalhadores, é hora de tomar posição: nem branco nem nulo. Contra Bolsonaro, Haddad sim”.

A decisão será defendida na reunião do Setor das Federais do Andes-SN, amanhã (18). O encontro, em Brasília, vai avaliar o resultado das várias assembleias realizadas em universidades de todo o país, nos últimos dias.

A assembleia também aprovou: a criação de uma frente antifascista; o engajamento da Adufrj no ato das mulheres, sábado, dia 20; e no Dia Nacional de Lutas em Defesa do Serviço Público, em 24 de outubro. Outra deliberação foi construir uma assembleia comunitária de toda a UFRJ, com a participação de docentes, técnicos-administrativos, estudantes e trabalhadores terceirizados. A direção da Adufrj convocará as entidades representativas para decidir o local e horário, mas os professores já indicaram a segunda-feira, dia 22.

Uma comissão foi formada para elaborar materiais que dialoguem com a população sobre como as políticas das áreas econômica e social do candidato do PSL atacam especialmente os serviços públicos e os direitos dos mais pobres. “Precisamos dialogar dentro da universidade, mas também fora”, defendeu Maria Paula Araújo, diretora da Adufrj.

Veja como foi a assembleia:

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