facebook 19
twitter 19
andes3

A garantia das férias docentes e a manutenção de um intervalo mínimo de três semanas entre períodos letivos foi um dos temas debatidos no Conselho de Representantes da Adufrj da segunda-feira, 21, véspera da Assembleia Geral.  O Conselho referendou o envio ao Consuni de  recurso elaborado pela assessoria jurídica da  AdufrJ (leia mais na pagina 3).  A proposta da entidade é de extensão do calendário, sem prejuízo de uma semana a menos de aula para discentes.
A metodologia para votações virtuais em assembleias, durante o período de pandemia foi outro tema de debate. A diretoria apresentou seis diretrizes para o funcionamento das reuniões deliberativas remotas. A proposta levou em conta críticas e sugestões dos associados depois das duas primeiras experiências, em agosto.
“A ideia é que possamos ter um pacto mínimo para realização das votações”, explicou a professora Eleonora Ziller, presidente da AdUFRJ. “Nós adotamos um sistema de votação totalmente auditável, que permite o acompanhamento na tela online da votação e a checagem da urna desde o primeiro voto”, completou.
O regimento prevê convocação de assembleia virtual com o mínimo de 48 horas de antecedência — o que também ocorre para as reuniões presenciais. E divulgação do link para cadastramento e cédula de votação com 24 horas de antecedência, manutenção do link ativo durante o horário estipulado pela convocação da assembleia e até o prazo final da votação, além de utilização de plataformas sempre compatíveis com a demanda de professores inscritos para participar da reunião. Outras votações relacionadas ao andamento da assembleia passam a ser consultadas por mecanismos simplificados de enquete nas plataformas digitais.
 Angela Santi, professora da Faculdade de Educação, considerou avanços democráticos para a categoria a redução do tempo de falas para os pontos e um prazo limite para o fim da reunião. Ela complementou, avaliando como “exaustivo” ter três horas para debate de um ponto ou sete horas de reunião.Outros professores, como Rodrigo Almeida (Instituto de Química), defenderam a abertura da formulação das cédulas durante a AG. “Qualquer docente deveria poder incluir propostas dentro da pauta definida”, disse.

Topo