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91987116 10221422606011411 5853787704277336064 nMais de 2 mil moradores da Vila Residencial sofrem com os estragos provocados pela enchente ocorrida na madrugada de sábado. Muitas vítimas são estudantes e técnicos da UFRJ que moram na região. A enchente foi provocada pela ressaca do mar, uma das maiores do ano registradas pela Marinha . A Vila fica às margens da Baía de Guanabara. Quem desejar ajudar pode entrar em contato com a Prefeitura Universitária pelo ZAP 99195-0593.

Confira a nota da Prefeitura Universitária sobre a inundação:

"Na noite de sábado, 4/4, uma inundação aconteceu na Vila Residencial da UFRJ, Cidade Universitária. Ocasionada pela alta da maré, a inundação provocou a entrada de água nas casas, causando perda de alimentos, roupas e utensílios domésticos. Uma moradora chegou a ser internada no Hospital Municipal Evandro Freire (HMEF) após ser eletrocutada, mas já teve alta, está em casa e passa bem. Não houve mortos.

A Prefeitura Universitária (PU) da UFRJ está envidando esforços para minimizar os danos causados aos moradores. Para isso, tem dado suporte aos atingidos, juntamente com a Associação de Moradores e Amigos da Vila Residencial (Amavila).

A PU disponibilizou viaturas da Universidade para o apoio aos moradores e está recebendo doações de alimentos, produtos de higiene, roupas, colchões, álcool em gel e itens de utilidade doméstica. Os donativos são recebidos todos os dias até as 16h na sede da PU (Praça Jorge Machado Moreira, 100, Cidade Universitária). O telefone 3938-9302 está disponível para esclarecer dúvidas acerca das doações.

A PU também auxilia a comunidade no enfrentamento da pandemia da COVID-19, doença provocada pelo novo coronavírus. “Acabamos de enviar 160 litros de álcool a 70% aos moradores da Vila Residencial. Estamos dando todo apoio”, afirmou o prefeito da UFRJ, Marcos Maldonado.

A presidência da Amavila também está recebendo doações na sede, localizada na rua das Margaridas, s/nº. Detalhes de como proceder pelo telefone (21) 98254-7844. Em parceria com a PU, a Associação está fazendo um cadastro com avaliação individual dos casos".

Veja alguns registros:

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As diretorias da AdUFRJ e do Sintufrj publicaram uma nota contra a Instrução Normativa nº 28, que orienta cortes de adicionais e auxílios recebidos pelos servidores que trabalham remotamente. Confira abaixo:

nota conjunta

sextou tatianaHoje tem o bate-papo da AdUFRJ para as professoras e professores que querem arejar a cabeça e trocar ideias durante esse período de isolamento social. E quem vai puxar a conversa é a professora Tatiana Roque, vice-presidente da Rede Brasileira da Renda Básica, que atuou diretamente na campanha que levou à aprovação da lei da Renda Básica Emergencial.

Leia também: Renda emergencial, uma vitória da mobilização

É fácil participar: a partir das 17h15, você envia uma mensagem para o WhatsApp da AdUFRJ (21) 99365-4514 e nós te enviamos o link de acesso à nossa sala no ZOOM. Se você ainda não conhece o aplicativo, acesse zoom.com e instale em seu computador ou celular.

medic 563423 640Imagem de: Darko Stojanovic, por Pixabay As diretorias da AdUFRJ e do Sintufrj se reuniram com suas assessorias jurídicas e a administração central da universidade. O encontro, realizado por videoconferência, na quinta-feira (2), tratou da ameaça aos adicionais ocupacionais e auxílio-transporte de professores e técnicos. A Instrução Normativa nº 28 do Ministério da Economia orienta os cortes nos contracheques dos servidores que estão trabalhando remotamente durante a pandemia.

Os advogados dos sindicatos esclareceram dúvidas sobre a possibilidade de manutenção dos pagamentos pela via administrativa. “Estamos preparados para judicializar a questão, se for preciso, mas queremos saber se há possibilidade de agirmos no âmbito administrativo”, questionou a advogada Ana Luísa Palmisciano, da AdUFRJ.

A preocupação dos sindicatos e da reitoria é, principalmente, com o corte dos adicionais de insalubridade e periculosidade. Até porque a universidade só suspendeu as atividades acadêmicas. E optou por teletrabalho apenas para setores administrativos. “Atividades de pesquisa e assistenciais, nos hospitais, não pararam. Ao contrário. Estamos trabalhando como nunca, nesta pandemia. E é justamente onde se concentra o maior conjunto de profissionais que fazem jus à insalubridade”, justificou a reitora Denise Pires de Carvalho.

Para os sindicatos, a medida é injusta, pois penaliza os trabalhadores num momento de crise global. Além de não se justificar, já que a maior parte dos profissionais está trabalhando. “Sabemos que não há um impacto financeiro que justifique esta ação. É mais um ataque aos servidores. Nossa intenção é construirmos um mecanismo de defesa coletiva”, afirmou Neuza Luzia, coordenadora-geral do Sintufrj.

A Instrução Normativa 28 define regras para pagamento de benefícios para servidores em teletrabalho. De acordo com o texto, servidores afastados do trabalho presencial terão suspensos: horas extras, auxílio-transporte, adicionais de insalubridade e periculosidade, gratificação por atividades com raios-x ou substâncias radioativas e adicional de irradiação. Também suspende o adicional-noturno, exceto para aqueles que comprovarem a prestação do serviço noturno remoto das 22h às 5h.

A presidente da AdUFRJ, professora Eleonora Ziller, destacou que a universidade está num momento de maior apoio social e que os cortes podem gerar mais desgaste para o governo. “Temos a nosso favor a sociedade, que se movimenta na direção de apoiar as universidades, as atuações das áreas da saúde, as pesquisas. Mexer com profissionais que estão na linha de frente de combate ao coronavírus pode ter um custo político muito alto”, avaliou a dirigente.

Os sindicatos ouviram as argumentações do procurador da UFRJ, Renato Vianna, de que não é possível a universidade questionar, no âmbito jurídico, determinações de órgãos do Executivo sobre pessoal. “A legislação nos veda de contestar matérias de pessoal. Não temos competência para contestar este tipo de norma”, afirmou.

No momento, a PR-4 centraliza as informações sobre quem está em trabalho presencial e em teletrabalho. As unidades devem enviar para a pró-reitoria essas informações. A pró-reitora de Pessoal, Luzia Araújo, não descarta que possa haver um corte de maneira centralizada e linear, em Brasília. Mas crê que o tempo seja muito curto para o governo realizar esta operação antes do fechamento da folha de abril.

As assessorias jurídicas resolveram aguardar o espelho dos contracheques, que devem estar disponíveis a partir do próximo dia 12, para decidirem quais estratégias serão tomadas para garantir a manutenção dos benefícios aos servidores.

O programa "Pílulas Antimonotonia", da TV AdUFRJ, recebe a professora Isabel Van Der Ley Lima, do Colégio de Aplicação da UFRJ. A docente fala sobre a pressão sofrida por muitos colegas da educação básica para transformarem suas disciplinas em conteúdos de ensino a distância durante o afastamento social. Ela alerta que nem os professores e nem as famílias estão preparados para o EaD.

Confira o vídeo:

Pílulas antimonotonia

Diante da necessária quarentena para minimizar os efeitos da pandemia no Brasil, a AdUFRJ lançou as “Pílulas antimonotonia”. Trata-se de uma nova forma digital de comunicação entre professores da UFRJ e a sociedade.

São vídeos curtos, publicados nas redes sociais da AdUFRJ, sobre variados temas, em que os especialistas da universidade vão nos ajudar a superar o afastamento social oferecendo debate sobre temas atuais, com conteúdo qualificado à luz de suas áreas de especialização. Uma forma de colaborar com o debate sério e responsável. Ao mesmo tempo em que leva a ciência, a cultura e os conhecimentos produzidos pela universidade para a população.

Antes da professora Isabel, participaram do programa o coordenador do GT Coronavírus da UFRJ, professor Roberto Medronho (veja AQUI) e as professoras Esther Dweck (veja AQUI) e Ligia Bahia (veja AQUI)

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