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As dúvidas sobre o que acontecerá após o período letivo excepcional continuam. A Pró-reitoria de Graduação recuou pela segunda vez de uma proposição que relacionava o PLE ao calendário regular da universidade e deixou a comunidade acadêmica discutindo por uma semana, enquanto outra proposta era gestada. A pró-reitora Gisele Pires chegou a reconhecer, na reunião do Conselho de Ensino de Graduação do dia 21, que o calendário elaborado na semana passada era “engessado”. E apresentou uma nova versão que assimila parte das críticas feitas à proposta anterior. Agora, a formulação prevê períodos letivos maiores e recessos que não constavam no projeto original, além da concomitância de parte do período letivo excepcional ao primeiro período de 2020. Pela nova proposta, os dois períodos coincidem entre setembro e novembro.
A professora Gisele Pires justificou a simultaneidade dos períodos letivos. “Não será problemática. Professores e alunos envolvidos no PLE terão suas atividades transferidas para 2020.1 e por isso não serão afetados”, afirmou. Mas não convenceu.
“Eu considero oito semanas de sobreposição grave academicamente, pedagogicamente. Como os estudantes vão conseguir conciliar dois períodos simultâneos? Como os professores vão trabalhar com turmas diferentes, disciplinas diferentes ao mesmo tempo?”, questionou a conselheira Letícia Ramos.
Além do novo calendário da administração central, outras sete propostas foram apresentadas ao CEG, vindas de unidades e centros. Por isso, o colegiado definiu que o calendário acadêmico será votado no dia 2 de setembro. Até lá, é tarefa da comunidade universitária debater o que foi sugerido, para que o colegiado possa se debruçar em proposições construídas a partir do maior consenso possível. O Jornal da AdUFRJ mostra um resumo do que foi apresentado no colegiado.

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