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A pandemia do novo coronavírus desafia movimentos sindicais, estudantis e sociais a repensarem as formas e estratégias de mobilização. Os atos marcados para o dia 18 de março estão, por ora, suspensos. Mas a disposição dos professores em defender a universidade pública e a ciência se mantém pujante. O sentido e a razão de ser da vida universitária nunca foram tão ameaçados, não só através do desmonte das estruturas de financiamento da pesquisa, mas também no desrespeito com que os professores são tratados. A negação das conquistas da ciência é uma das táticas mais covardes de ataques. O papel desempenhado pela área no enfrentamento ao coronavírus, por exemplo, vem sendo ridicularizado por setores do governo. Estávamos prontos para tomar as praças numa bela passeata. A AdUFRJ preparou uma série de materiais de comunicação e recebia as demandas das unidades para mais uma edição da “Universidade na Praça”. Mas atravessamos um momento crítico para a saúde de toda a população. Em nome da responsabilidade histórica que rege o movimento docente, acolhemos a recomendação das autoridades sanitárias para não irmos às ruas no 18M. A partir deste dia, a mobilização vai acontecer de outra forma: nas redes sociais. Compartilhe nossos cards com as hashtags #GreveNacionaldaEducação, #PasseataNasRedes e #18MpelaEducação. É possível copiar as artes abaixo. Basta clicar em cima da imagem com o botão direito da imagem e escolher a opção de "salvar" ou "copiar". Pelo celular, basta pressionar a imagem com o dedo por alguns segundos para obter as opções de "salvar" ou "compartilhar". Siga nossas redes e acompanhe as atualizações. Participe!

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